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  1. Quem não se comunica se complica
    Muitas vezes, quem trabalha na área de Marketing desconhece a força e a eficácia da Comunicação. Pois esta é uma área altamente especializada que, ao contrário de outras, pode ser exercida por pessoas sem a devida formação universitária, o que concorre para que não seja encarada como uma atividade de “1ª classe”. Não raramente, as decisões acerca de Comunicação dentro das organizações são baseadas apenas em “achismos”, o que colabora para que esta atividade acabe não conseguindo gerar os resultados que poderia alcançar se fosse praticada com rigor profissional. Então, como sensibilizar a cúpula das organizações e os tomadores de decisão para a importância da Comunicação?

    Sobre o quanto a Força de Vendas precisa compreender que o Século XX já acabou e que o vendedor moderno precisa de INFORMAÇÃO.

  2. A era do ficar
    As profundas mudanças nos mercados condicionaram novos comportamentos. Num passado bem recente, éramos educados para formar vínculos: hoje, somos estimulados apenas a “FICAR”. Ou seja, antes, namorávamos e casávamos com pessoas, marcas, produtos e empresas; hoje, apenas “ficamos”, pois há excesso de oferta, excesso de opções e excesso de estímulos – os quais nos confundem sobremaneira, a ponto de subverterem nossa escala de valores… E, no meio deste turbilhão, surge a necessidade de “FIDELIZAÇÃO” (o maior desafio do Marketing moderno), mas isso é quase impossível… O que fazer, então?

    Sobre o quanto se tornou difícil, nos dias de hoje, a formação de profissionais “à lá antiga” – aqueles que trabalham com espírito coletivo, que “seguram as pontas” e que se queixam pouco (ou nada).

  3. Amálgama
    Este tema é novo e tem sido muito solicitado, em função de uma profunda transformação de comportamento verificada nas organizações. Comprometimento, por exemplo, é mercadoria rara; trabalho em equipe, idem – sem se falar na generalizada crise de liderança. E o título é uma referência àquele material utilizado para obturar dentes – o qual tem uma “liga” quase impossível de se encontrar numa organização, por exemplo, nos dias de hoje… Então, como despertar esse sentimento numa equipe?

    Sobre o quanto as mudanças no mercado tornaram necessário um novo pensar (e um novo agir) para o Marketing.

  4. Tirando o mofo do marketing
    Os princípios básicos do Marketing são eternos, mas vem aumentando tanto a velocidade das mudanças na sociedade que é necessária uma nova mentalidade – e também uma nova prática. Executivos encastelados produzem cada vez mais estratégias distantes do que seus mercados necessitam e essa miopia se deve, em parte, a conceitos enlatados que é disseminado sem o devido “filtro” cultural brasileiro. E a utilização provocativa da palavra “mofo” é justamente para servir de alerta a empresários e executivos que lidam diariamente com um consumidor cada vez mais exigente, propenso a infidelidade e dono de seu destino – ou melhor, do destino de seus recursos. O que fazer, então?

    Sobre o quanto se tornou necessário reaprender a trabalhar para poder encarar os novos desafios de um mercado cada vez mais competitivo.

  5. Reaprendendo a trabalhar
    As empresas mudaram demais:

    • Profissionais experientes estão sendo aposentados precocemente, dando lugar a outros muito mais jovens (alguns, inclusive, com pós-graduação, mas com pouca vivência);
    • O fascínio exercido pelas novas tecnologias está colocando o e-mail como pilar das relações entre colegas de trabalho, decretando o fim do “conversando (ao vivo) é que se entende” – resultando em falta de comunicação e em muito retrabalho;
    • O frenesi por downsizing e reengenharia derrubaram as paredes físicas entre os departamentos da empresa, mas não os muros remanescentes nas cabeças dos funcionários… E soma-se a tudo isso uma brutal crise de liderança! O que fazer, então?

    Sobre o quanto a força e a eficácia da Comunicação são bastante desconhecidas por parte de empresários e executivos da alta cúpula.

  6. Vendas no século xxi: mudar ou morrer

    Conscientização para equipes comerciais poderem entender o que se passa atualmente, pontuada por muitas dicas para quem pretende ser (ou continuar sendo) um excelente vendedor sintonizado com os desafios deste novo século. É uma “chacoalhada” em quem acha que pode vencer utilizando somente a experiência, as ferramentas e os conhecimentos adquiridos no século XX… Pois, hoje, é preciso muito mais: um vendedor de sucesso precisa de confiança, garra, conhecimento, informação de mercado, atualização técnica, senso coletivo e muitos outros atributos… E como se pode desenvolver isso, então?

    Sobre o quanto é raro se encontrar quem possa liderar pessoas, já que o ato de liderar saiu de uma postura de “coação” (YANG, do século passado), para uma de “adesão” (mais “YING”, bem atual).

  7. A moderna liderança por adesão
    Mais complexo do que compreender as mudanças que vêm em ritmo frenético é decifrar o que motiva o que causa admiração e o que desperta respeito numa equipe, pois esses são os requisitos fundamentais que um líder moderno precisa desenvolver nos dias de hoje. Então, como conseguir isso?
    Sobre o quanto as mudanças constantes verificadas na sociedade vêm criando uma atmosfera de competição agressiva e permanente.
  8. Competição desenfreada
    Quanto mais opções em cada categoria de produto/serviço, maior a competitividade. Quanto mais o consumidor se sente poderoso para escolher o que bem entender, pior para quem está disputando mercado com muitos competidores. Quanto mais a competição fica desenfreada, maiores riscos de disputar mercado em um ambiente antiético – ou, ainda pior, aético. As estratégias de Marketing, diante de um cenário assim, vêm-se transformando a ponto de muitos profissionais não conseguirem entendê-las, nem acompanhá-las.
  9. Atitude inovadora e inovação ao alcance de todos
    PROGRAMA:

    • Inovação é uma boa ideia que é colocada em prática
    • Todas as pessoas podem ser criativas e inovadoras: basta querer e ter disciplina
    • O perfil da pessoa inovadora: características, dicas práticas e o que evitar
    • Posturas destrutivas que impedem a Inovação: como detectá-las e evitá-las
    • Com espalhar o saudável “Vírus da Inovação” por todos os escalões da empresa
  10. A palestra muda
    A Palestra Muda é uma ideia que tive na virada do século. Como professor e palestrante àquela época, eu sentia cada vez mais dificuldade em atrair a atenção da plateia, pois o nível de dispersão aumentava. Apesar de ser dinâmico e criativo ao expor minhas ideias, eu também notava que agradava na hora, mas, como quase ninguém mais anotava o que eu falava, pouco ficava nas mentes no dia seguinte. E essa inquietação me fez desenvolver novas técnicas e novas plataformas.
    Minha Palestra Muda, que faz tanto sucesso hoje, é fruto de muitas tentativas que vim fazendo nesta última década no sentido de reduzir a dispersão para obter o máximo de atenção. E, como já mesmo pude comprovar, o que fica nas mentes no dia seguinte é muito mais do que uma simples exposição tradicional, seja aula ou palestra.
    Como a música é tocada num volume alto e as frases se sucedem como que se fosse uma pessoa falando em linguagem coloquial, a mistura de som e texto inteligente (e divertido) faz com que todos prestem muito mais atenção. E a seleção musical, além de privilegiar o que está bombando no momento, faz associações com o tema. É o caso de “Poker Face”, de Lady Gaga, que é utilizada quando falo de dissimulação e falsidade, tão em voga hoje…
    Essa técnica permite que qualquer assunto seja incluído, o que me dá bastante flexibilidade para mudar o tema, mantendo o impacto. Já fiz “O Mundo Muda. A Palestra Muda.” para falar de comportamento de forma mais ampla, abordando as mudanças de nossa era; também já fiz “O Consumidor Muda. A Palestra Muda.” para centralizar o foco em marketing; como também já fiz, em maior número, “A Venda Muda. A Palestra Muda.” para encontros com equipes de vendas.
    Mas a Palestra Muda já está sendo sofisticada: estou desenvolvendo recursos de coreografia e cenografia para as próximas edições em público e espero poder ser bastante procurado para as apresentações “in company”, pois posso customizar a trilha sonora de acordo com o briefing específico de cada cliente.
  11. Digiriatria-seremos todos velhos digitais
    Essa palestra aborda com senso de humor as mudanças nos últimos anos com os novos conceitos digitais e a necessidade de nos adequarmos independente da idade.

    “Paradoxos: mudanças comportamentais que nos confundem.”

    Argumentos:

    • EGOcentrismo X Compartilhamento
    • “Multi-tela” X Repertório
    • Falta de tempo X “Multi-tarefa”
    • Quem ensina/educa X Quem aprende
    • E outros.paradoxos…