Você decide. Como?

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O diabo desta vida é que, entre cem caminhos, somos obrigados a escolher um e viver da nostalgia dos outros noventa e nove a que renunciamos (A. Gide).

Todos já vivemos a angústia de ter que tomar uma decisão envolvendo alternativas altamente atraentes, embora excludentes. Situações em que escolher uma coisa implica necessariamente rejeitar, abandonar, renunciar a todas as outras opções. Algumas ferramentas, baseadas, sobretudo na Lógica e na Matemática, podem ajudar na tomada de decisões.

  1. Quadro de F.D.O.A.
  2. Uma boa análise da situação é o primeiro passo para tomar uma decisão. O exame de aspectos internos e externos, positivos e negativos, (forças e debilidades, oportunidades e ameaças) constitui um bom apoio para essa etapa.

  3. Relação causal: se… então
  4. O que vai acontecer se eu fizer esta escolha? Quais as consequências?

  5. Função: quanto mais…
  6. A função é um tipo específico de associação entre dois eventos. Um exerce influência sobre o outro, pois, quando ocorre mudança em um, o outro responde na mesma proporção. Identificar as relações de função é outro passo importante para tomar decisões com segurança.

  7. Custo/Benefício
  8. Definir o que é custo e o que é benefício na situação em pauta constitui outro passo significativo para tomar decisões. Será que o benefício compensa o custo?

  9. Risco
  10. É importante avaliar tanto a probabilidade de alguma coisa dar errado como os impactos decorrentes de dar errado. A decisão racional considera uma combinação das duas variáveis, risco e impacto.

  11. Custo/Oportunidade
  12. Como não se pode estar em dois lugares ao mesmo tempo, quase sempre escolher uma coisa implica perder a oportunidade de fazer outra. Considerar o que se poderia fazer, em vez da escolha que está sendo examinado, outro passo decisivo.

  13. Síntese Lógica
  14. Depois de decompor a situação em pequenas partes, estudar os diferentes aspectos envolvidos, busca-se uma síntese, uma resposta que leve em conta todos os dados do problema.

  15. Intuição
  16. Uma boa decisão considera a lógica dos fatores envolvidos MAIS a intuição da pessoa que decide. Ouvir a intuição não é se deixar levar por critérios irracionais. É mesmo o contrário disso: colocar as emoções, sensações, memórias, a serviço da decisão.